Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? (Caio Fernando Abreu)
Todas as vezes que você perdoa, o universo muda. Cada vez que você estende a mão e toca um coração ou uma vida, o mundo se transforma. (Livro: A Cabana)
Sabe, eu me perguntava,
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Jaqueline D.
às
16:35
sábado, 29 de outubro de 2011
Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? (Caio Fernando Abreu)
Já nem sei mais o que sinto,
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Jaqueline D.
às
09:22
Já nem sei mais o que sinto, as vezes tenho certeza que te amo, sem preceber essa certeza vai embora e me vem a dúvida, se é realmente amor, ou algo passageiro, que aparece apenas quando estou com você.
A vida é assim,
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Jaqueline D.
às
09:03
A vida é assim, as vezes ela morde, as vezes ela sopra, quando ela morde tudo fica mais difícil ai acontece uns desencontros, os amores se rompem e ai vem um sopro da vida, que é aquela brisa boa, de paz e tudo dá certo. O importante é viver tudo, o difícil e o fácil da vida. Se for simples agente aproveita e o que for complicado agente resolve. (Última cena da novela: Morde e Assopra)
Sou o que se chama de pessoa impulsiva ,
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Jaqueline D.
às
10:06
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
“Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”(Clarice Lispector)
É triste saber que um dia ,
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Jaqueline D.
às
12:03
É triste saber que um dia, vou ver você passar e não sentir cada milímetro do meu corpo arder e enjoar. É triste saber que um dia vou ouvir sua voz ou olhar seu rosto e o resto do mundo não vai desaparecer. O fim do amor é ainda mais triste do que o nosso fim. (Tati Bernardi)
Porque nos apaixonamos ,
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Jaqueline D.
às
11:40
Porque nos apaixonamos, por uma pessoa mesmo sabendo que ela é errada?
- Essa eu sei a resposta. Porque você espera estar enganado, e sempre que ela faz uma coisa que mostra que ela não é boa, você ignora, e sempre que ela age bem e te surpreende, ela te reconquista. E aí você esquece a idéia de que ela não serve pra você. (O amor não tira férias)
As vezes é necessário,
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Jaqueline D.
às
11:26
As vezes é necessário, dar um tempo, correr pra longe de todo o mundo,
pra ver quem vai correr atrás da gente.
E lembro daquela história zen ,
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Jaqueline D.
às
12:48
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
E lembro daquela história zen, o rei que pediu ao monge um talismã que o protegesse de qualquer mal. O monge deu ao rei um anel, com a recomendação de abri-lo só em caso de extremo perigo. Um dia, o castelo foi cercado pelos inimigos, e o rei encurralado numa torre. Ele abriu o anel. Dentro, havia um papelzinho dobrado. Ele abriu o papelzinho e leu uma frase assim: “Isto também passará”.
(Caio Fernando Abreu)Porque ver é permitido,
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Jaqueline D.
às
12:27
Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples constatação.
(Caio Fernando Abreu. Os cavalos brancos de Napoleão, in: Inventário do ir-remediável)
Então não o ama mais ,
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Jaqueline D.
às
12:21
''Então não o ama mais?
- Amo. Só guardei isso num cofre. E tranquei. E esqueci a senha.
Não porque quis. Foi preciso." (Caio Fernando Abreu)
Talvez eu seja ,
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Jaqueline D.
às
12:15
sábado, 1 de outubro de 2011
Talvez eu seja apenas mais um talvez,
tentando ser certeza.
Tentando ser para sempre,
e parando sempre pela metade.
e parando sempre pela metade.
(Caio F. Abreu)
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